Pioneirismo
Empreendimento do Grupo Kallas é o primeiro a oferecer em SP crédito imobiliário Santander no lançamento da obra.
O empreendimento KZ Direct Bresser, da incorporadora Kazzas (empresa do Grupo Kallas, com foco em projetos econômicos), é o primeiro do Estado de São Paulo a permitir aos compradores realizarem o crédito imobiliário no início da construção por meio do Santander. Essa modalidade inovadora e pioneira viabiliza o financiamento do imóvel ainda na planta, o que diminui as incertezas da aprovação de crédito no futuro (no momento da entrega das chaves) e o risco de oscilação das condições comerciais em função do cenário econômico. Além disso, o produto conta com financiamento à obra para a incorporadora.
“Na aquisição de um imóvel na planta com repasse no momento da conclusão do empreendimento, o cliente fica exposto a eventuais mudanças no cenário econômico, por exemplo, com uma situação de juros mais altos no momento da tomada de crédito junto à instituição financeira, o que não ocorre caso o financiamento seja assinado logo após a compra do imóvel”, explica o diretor financeiro da Kallas, Matheus Kuhn. Ele destaca, ainda, que a depender das condições de crédito do cliente, esse sistema pode eliminar o pagamento do fluxo junto a incorporadora até entrega das chaves, ficando o cliente responsável apenas pelo pagamento do financiamento junto ao banco.
Por fim, do ponto de vista da construtora, o financiamento, pelos compradores, desde o início da obra junto ao banco, diminui significativamente os índices de distrato, uma vez que essa figura não é reconhecida no financiamento bancário.
Já o diretor de Negócios Imobiliários do Santander, Sandro Gamba, afirma que “o mercado de imóveis na planta abre um horizonte para o Banco expandir ativos prestando um bom serviço aos clientes. Além disso, São Paulo nos abre as portas para ampliarmos ainda mais essa modalidade de crédito. Já atuamos em Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ) e em Joinville (SC)”.
Nesta operação, todos os envolvidos são beneficiados: a incorporadora mitiga o risco de distrato e os clientes têm mais segurança ao realizarem o financiamento imobiliário no momento da decisão de compra. Essa decisão elimina incertezas que possam ocorrer no modelo atual – período até a entrega das chaves – que leva de dois a três anos.
Para o incorporador, há uma adequação financeira do projeto, com mais eficiência no fluxo de caixa e, consequentemente, a viabilização da obra. “A estrutura do produto permite que a incorporadora não tenha que se preocupar com a gestão da carteira, mantendo o foco nas vendas e na construção”, avalia Gamba.